quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Record versus Globo

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Publicado em: 12/08/2009 21:09

Denúncia do MP-SP contra Edir Macedo é mote para "guerra" midiática

Por Thaís Naldoni/Editora-executiva do Portal IMPRENSA

Na noite desta quarta-feira (12), a Igreja Universal usou o "Jornal da Record" para responder ao indiciamento de Edir Macedo e mais nove pessoas pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP), sob acusação de "desvio de recursos da instituição religiosa para a compra de empresas de comunicação e outros bens".

Durante todo o telejornal, os apresentadores Ana Paula Padrão e Celso Freitas faziam chamadas da matéria que viria no último bloco: "Crescimento da Rede Record incomoda a concorrência" foi uma das frases utilizadas, em referência aos dez minutos que a Rede Globo disponibilizou no "Jornal Nacional" da última terça-feira (11) para tratar sobre o tema.

Ao repórter Lúcio Sturm (ex-Rede Globo) coube a primeira reportagem. De longa duração, a matéria em nenhum momento falou sobre as denúncias contra Edir Macedo, apenas atacou a Rede Globo, questionando qual seria o motivo de a emissora da família Marinho ter dado tanto destaque à denúncia contra Macedo. Segundo infográfico, Band, SBT e Globo noticiaram o assunto, sendo que a duração das matérias foi de dois, quatro e dez minutos, respectivamente.

Na sequência, as denúncias contra Macedo (não mencionadas) foram contrapostas com uma retrospectiva que visava mostrar o "jogo de interesse" com o destaque à notícia. "A família Marinho sempre usou a emissora a favor de seus interesses pessoais", disse o texto, que também apontou a suposta perseguição da TV Globo à Lula, citando, por exemplo, o debate de 1989, contra o então candidato Fernando Collor de Melo.

Em seguida, foi ar matéria de Ogg Ibrahim, com entrevistas com fieis da Universal, além de imagens de projetos apoiados pela Igreja. Nesta reportagem apenas uma vez é citada a denúncia do Ministério Público. Segundo o texto, a Igreja "não esconde que gasta para adquirir bens que ache necessários, como um jatinho para que pastores visitem os templos da Universal em todo o mundo".

No final, a reportagem diz que o destaque dado pela TV Globo à denúncia tem a ver com o "desespero" da emissora por estar perdendo o "monopólio" da informação no país. O "Jornal da Record" terminou com Celso Freitas citando o trecho de uma nota oficial publicada pela Igreja. "A Universal afirma que confia na Justiça brasileira, que não se influencia pelo interesse de qualquer grupo, mesmo aquele que quer manter o monopólio da informação".

Do outro lado

O "Jornal Nacional" começou sua edição desta quarta-feira (12) com reportagem de César Tralli, que afirmou que o Ministério Público pedirá ajuda internacional para rastrear as movimentações financeiras na investigação de lavagem de dinheiro contra Edir Macedo.

Na matéria, Tralli cita reportagem do jornal O Estado de S. Paulo que teve acesso a documentos que comprovariam a investigação de que a Igreja desviava recursos de fiéis para a compra de veículos de comunicação. "A reportagem afirma: 'oito empresas de comunicação, entre elas a rádio e televisão Record estão entre as dez principais beneficiárias de transferências eletrônicas ou depósitos bancários que saíram da Igreja Universal do Reino de Deus'."

Segundo a matéria, teriam sido beneficiadas com dinheiro de fiéis as empresas Edminas, Rede Mulher de Televisão, Editora Gráfica Universal, e Rede Família de Comunicação, todas ligadas ao mesmo grupo.

Cuto via web contra gripe suína

Igreja de Curitiba realiza culto online para evitar gripe suína

13/08/09 09h36

Após suspender os cultos no templo para evitar aglomerações de fiéis e a propagação da gripe suína - a gripe A (H1N1) -, uma igreja batista de Curitiba (PR) teve a ideia de transmitir as celebrações ao vivo pela internet.

No momento da celebração, diante dos bancos vazios, ficam o pastor, a equipe técnica de transmissão e os integrantes da banda que executa as músicas religiosas. O culto online é completado por um chat, que permite aos fiéis interagir com o pastor e enviar pedidos de oração. A medida afeta as reuniões dos domingos e não tem prazo para acabar.

O coordenador dos pastores da Igreja Batista do bairro Bacacheri, Roberto Silvado, 53, diz que "em um momento como este, de prevenção e combate à gripe, o coletivo de uma sociedade deve estar à frente dos interesses" da instituição.

O Paraná já registra 58 mortes pela gripe suína, além de 950 pessoas infectadas. Nas celebrações, os pastores dizem que o sacrifício de assistir à celebração de casa é "provisório". As pessoas são orientadas também a organizar eJustificarncontros em casa que tenham no máximo dez fiéis.

Silvado afirma que tem recebido manifestações de apoio, mas admite que o fiel quer mesmo é cumprir todo o ritual ao qual está habituado, saindo de casa para orar na igreja. "O ser humano é relacional. Ele sente a falta do olho no olho, de estar presente na igreja cantando para louvar a Deus", afirma.

Para o administrador Dongley Martins, 39, "a experiência [de assistir ao culto pela internet] é ruim e boa". "Ruim porque é impossível ter culto sem comunhão entre as pessoas. Agora, eu também agradeço a Deus pela tecnologia porque ela mantém a chama acesa do culto, mesmo sendo online."

Fonte: Impacto Rondônia/Notícias Cristãs

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Conferência Jovem na PIB de Palmas




II CONFERÊNCIA DA JUVENTUDE DA PIB


TEMA: UMA NOVA HISTÓRIA
DATA: 21 a 23 de Agosto de 2009
LOCAL: PIB DE PALMAS
HORA: SEXTA E SÁBADO às 19h30
DOMINGO : 9 e 19h

Para comemorar o mês da Juventude, nossa igreja estará promovendo a II Conferência da Juventude, com o intuito de equipar nossos jovens para o enfrentamento da vida e das lutas do cotidiano.

Nosso preletor este ano será o dinâmico jovem RAFAEL CHEDID, que é líder de uma das maiores juventudes do Rio de Janeiro, da Igreja Batista do Recreio dos Bandeirantes-RJ. Rafael foi indicado pela liderança da JUMOC por ser dinâmico, comprometido com o Reino e ter muitas experiências de vida com Deus para compartilhar, não só com os jovens, mas com aqueles que trabalham e querem dinamizar a juventude de sua igreja.

A conferência está próxima. Corra e agende-se!

Membros ou não membros da PIB e adultos também podem participar. Não perca! A conferência está bombando!!!!

Congresso na PIB em Araguaína

Artistas gospel e seus cachês

Pr. Renato Vargens: Os artistas gospel, seus cachês e fãs clubes.

O Genizah publicou a noticia de que um famoso cantor gospel está pedindo de cachê R$ 40 mil por show. Há pouco, soube de uma cantora que cobrara R$ 2 mil para cantar numa igreja, no entanto, a clausula contratual, afirmava claramente que se a igreja desejasse que ela cantasse canções do seu novo CD, o preço seria R$ 3 mil. Outro dia soube de um cantor que havia cobrado R$ 10 mil por ministração e que não subiu ao palco, simplesmente pelo fato de que a igreja contratante só tinha levantado 9 mil.

Pois é, o número de cantores evangélicos cobrando nababescos cachês é um verdadeiro absurdo, isto sem falar nas exigências contratuais de hotéis 5 estrelas, de camarim lotado de comidas excêntricas e muito mais.

Infelizmente essa coisa chamada gospel virou febre neste tupiniquim país! A conseqüência disso é que em nome da espiritualidade a fé bíblica-cristã tem sido comercializada de modo escandaloso. Em nome de Deus, a música e a adoração, passaram a ser vendidas como um produto qualquer em nossos templos. Cantores, cantoras em nome do ministério, estipulam valores altíssimos, para adorar aquele que é digno de todo louvor.

Isso me faz lembrar do episódio em que Jesus entra no templo com azorrague nas mãos derramando o dinheiro dos cambistas no chão. “E encontrou no templo os que vendiam bois, ovelhas e pombas e também os cambistas assentados; tendo feito um azorrague de cordas, expulsou a todos do templo, bem como as ovelhas e os bois, derramou pelo chão o dinheiro dos cambistas, virou as mesas, e disse aos que vendiam as pombas: tirai daqui estas coisas, não façais da casa de meu Pai casa de negócio." Jo 2:14-16.

No texto em questão a Bíblia nos mostra um Jesus indignado, isto porque, os valores da casa de Deus estavam absolutamente deteriorados. Vendia-se tudo que se era possível para o sacrifício. Na verdade eles estavam muito mais preocupados com o lucro do que com o sacrifício em si. Repare que Jesus repreendeu os que vendiam as pombas (vs 16), isto se deve ao fato das pombas ser geralmente oferecidas como sacrifício pelos mais pobres. Jesus aqui combate também a espoliação dos menos favorecidos pela sociedade. Sim, combate o enriquecimento de alguns em detrimento da religiosidade de outros. O Interessante é que ele joga o dinheiro no chão. Isto nos leva a entender de que o lugar que dinheiro deve estar é bem longe da cabeça e do coração. Dinheiro tem que estar no chão! Debaixo dos nossos pés, submetido inteiramente a Deus.

Caro leitor, por favor, pare, pense e responda: Qual a diferença dos chamados artistas gospel para os artistas seculares? Ambos não cobram cachês? Qual a diferença das músicas cantadas? Ambas não são para entretenimento do ouvinte? Qual a diferença entre seus fãs clubes? Ambos não adoram seus ídolos? E quanto as suas canções? Não são ambas antropocêntricas? Ora, vamos combinar uma coisa? Esta historia de artista gospel é uma verdadeira vergonha. Afirmar que seus shows fazem parte de um ministério cristão é no mínimo afrontar o conceito bíblico de serviço.

Isto posto, repudio veementemente os que em nome Deus se locupletam da fé publica cobrando valores imorais por seus shows e apresentações.

Que Deus tenha misericórdia desta geração!

Fonte: Blog do pastor Renato Vargens

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Shout to the Lord

A melodia vocês já conhecem.
E a letra, em português, diz bem o que este vídeo está pregando...

sexta-feira, 10 de julho de 2009

A parábola da denominação rejeitada

Em: 30 de junho de 2009
Por: Isaltino Gomes Coelho Filho

Um dia, Deus, o Todo Poderoso, o Pai de Jesus, decidiu dar um basta. Era hora do juízo. Jesus fizera uma afirmação enfática (“E este evangelho do reino será pregado no mundo inteiro, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim” – Mt 24.15) e ele iria cumpri-la. Antes do juízo, haveria um grande avivamento, com seu povo proclamando ao mundo a salvação em Jesus. A obra missionária teria um avanço como nunca, em toda a história. Ele não tinha preferência por nenhuma denominação, pois aceitava a todas, mas achou que uma, bem estruturada, com séculos de existência, e com igrejas em todos os países do mundo, poderia ser a ponta de lança do movimento. No passado, ela tivera grandes evangelistas e missionários.

Ele enviou seus anjos a diversos segmentos desta denominação. Eles ficaram alvoroçados. Pregar o evangelho era algo que eles mesmos quiseram fazer e Deus não deixara, confiando a tarefa à igreja (1Pe 1.12). Eles deveriam ir a vários líderes desta denominação e lhes dizer o que Deus iria fazer e o que esperava deles. Que alarido! Por fim, as coisas iriam se ajeitar. Chegara a hora!

Um grupo de anjos foi enviado a uma reunião de professores de seminários. Como pessoas que preparam pastores e pregadores, eles deveriam incutir no coração de seus alunos um profundo amor pela evangelização, paixão pelas almas perdidas, enfatizar a preparação de mensagens evangelísticas, e firmar a igreja na Palavra para ela dar um testemunho sério. Os seminários eram postos chaves.

Foi um choque. Os teólogos discutiam o alinhamento com uma ideologia política. Depois, finanças. Depois, técnicas de ensino. Depois, comentários sobre como seus seminários eram bons e como eles tinham dúvidas sobre os outros, sem o peso intelectual e acadêmico que eles tinham. Os anjos os procuraram, assim mesmo, e lhes expuseram o plano de Deus. Os líderes ficaram atônitos, sem saber o que dizer. Por fim, um deles explicou aos anjos que eles estavam defasados. Não haveria um juízo final. A graça salvara todos os homens. A obra de Jesus tinha um alcance que o céu não imaginava. Não havia uma coisa como “salvação”. A igreja não tinha que se preocupar com isto, mas em ser amiga, mais humana, mais próxima dos homens. Um dos anjos perguntou como as pessoas sem Cristo seriam salvas, se não pela cruz de Jesus. Um teólogo respondeu que era difícil sustentar o exclusivismo, a idéia de que só Jesus salva. Isto era coisa de Cipriano. Numa época de luzes, de bondade disseminada, de educação mais refinada, como sustentar que Deus iria “assar pessoas por toda a eternidade” só por não serem da igreja?

Os anjos já tinham ficado desconfiados ouvindo as palestras. Viram sistemas educacionais humanos serem apresentados como padrão para os seminários. Era pedagogia da libertação, pedagogia humanista, pedagogia iluminista e muitos pensadores perdidos mostrados como modelos. Um anjo até perguntara a outro: “Ué, por que não seguem a pedagogia de Paulo? É tão simples: ‘e o que de mim ouviste de muitas testemunhas, transmite-o a homens fiéis, que sejam idôneos para também ensinarem os outros’ – 2Tm 2.2)”. Mas como não foram treinados com a habilidade verbal dos teólogos, ficaram sem ter o que dizer.

Um anjo tentou argumentar, dizendo que não era isto que a Bíblia dizia. Os teólogos riram e um disse que a Bíblia expressava uma visão culturalmente limitada de escritores rudes, e que critérios hermenêuticos e pesquisas de crítica textual hoje mostravam o que eles deveriam ter dito. Aflito, um anjo jogou a última cartada. “Mas não foi isto que Deus previu!”. Os teólogos voltaram a rir. Um deles orientou o anjo a procurar as obras de Pinnock. Deus não era onisciente, estava aprendendo com os homens, e não existe algo como o futuro. Logo, o que Deus previra não aconteceria, pois o futuro está aberto. E perguntou ao anjo: “Você não conhece o teísmo aberto?”. O anjo perguntou que teologia ele sustentava, e o teólogo respondeu que era um “teólogo pós-cristão”. Anjos não costumam desmaiar, mas este quase o fez.

Os anjos desistiram de argumentar e se foram. Quando saíam, um dos mestres disse a outro: “Anjos coisa nenhuma! Esses aí se esqueceram de tomar o remédio hoje!”

Outro grupo de anjos foi a uma reunião de pastores. Era um ótimo lugar. Os pastores discutiram o novo regimento, depois liturgia e depois ordenação feminina. Nada sobre o avanço do reino. Os anjos esperaram pacientemente, e procuraram os líderes e expuseram o recado de Deus. Os pastores disseram que isto não estava em pauta. O “chefão”, por exemplo, disse que estava preocupado com uma mega-igreja e não se aliaria a colegas que tinham uma visão diferente, muito pequena. Eles até o haviam criticado. Outro disse que quando Deus o chamara pusera um sonho no seu coração: ele seria um dos “grandões”, escreveria seu nome na história da denominação. Como levaria sua igreja a sustentar um monte de pastores e missionários sem expressão em lugares insignificantes, que não davam retorno de grandes multidões? Como ter uma igreja grande assim? Um terceiro disse que chamar as pessoas de pecadoras e dizer que elas precisam se arrepender e crer era pouco produtivo. Ele fizera pesquisa no seu bairro, descobrira o que as pessoas queriam e lhes oferecia um ambiente amigo. Criara um ambiente de descontração, de liberação de energias, de camaradagem, e evangelizar era algo polêmico. O quarto disse que a prioridade era o novo sistema de som e o novo uniforme para a equipe de coreografia, além de construir uma quadra de esportes para chamar a rapaziada do bairro. Missões lá no fim do mundo? Não fazia sentido! Sua igreja nada ganharia com isto.

Boquiabertos (anjo tem boca) os anjos se retiraram. Ainda ouviram um pastor dizer: “Cada uma que aparece!”.

O grupo que foi a uma assembléia convencional se assustou com as discussões e notou que os pastores não procediam como exigiam que suas ovelhas procedessem nas assembléias das igrejas. Alguns eram grosseiros e violentos. Mas procuraram os pastores responsáveis e expuseram sua missão. Foram orientados a se inscreverem como mensageiros para terem direito a voz, pois não eram autoridades políticas a quem se franqueia a palavra. E então encaminhassem seu assunto à “Comissão de Assuntos Eventuais”. Outro pastor disse que tal nome estava errado. Deveria ser “Assuntos Especiais”. Os dois travaram longa discussão. Os anjos ficaram meio desnorteados, mas insistiram em que tinham uma mensagem de Deus e não podiam perder tempo com burocracia. Então lhes deram cinco minutos, após o programa de missões, já que o assunto deles era missões. Mas, findo o programa missionário, as pessoas se retiraram, conversando em voz alta, os adolescentes que entraram com bandeiras e trajes típicos fizeram muito barulho nos bastidores, os crentes que ficaram estavam se confraternizando e outros já estavam muito cansados. A mesa conversava entre si sobre a ordem do dia da próxima sessão, e a palavra dos anjos passou em branco.

Os anjos destinados a falarem com os músicos não tiveram melhor proveito. Depois que expuseram sua missão, ouviram como resposta que músicas sobre conversão, arrependimento e cruz não atraíam os não crentes. A linguagem tinha que ser amiga, descontraída. E que compor músicas falando sobre evangelizar, contribuir, fazer missões, não dava certo. A linguagem era adorar, contemplar, ser adorador (ser servo não dava ibope), mergulhar nos rios, subir acima dos querubins, entronizar. E ritmo que levasse a pensar e refletir sobre situação espiritual era sinal de fracasso. O negócio era um ritmo agitado para as pessoas se soltarem. Foi então que um dos anjos entendeu porque o fundo musical de um momento de oração silenciosa fora a bateria violentamente espancada. O anjo se admirara da capacidade dos humanos em se concentrarem e refletirem, e cultivarem momento de oração silenciosa com aquele barulho todo. Mas agora via que era outra coisa. Outro anjo compreendeu porque não falavam de Jesus, de cruz, de perdão. Eles queriam entretenimento e levar as pessoas a terem bons momentos.

Outros anjos foram enviados a pessoas. Um empresário disse que não sustentaria missionários. Como gastar seu dinheiro assim? Ele fora abençoado materialmente porque participara de um congresso onde aprendera a saquear as riquezas dos ímpios. Ganhara muito, é verdade, mas se comprometera com o ministério de um pastor da televisão que orara por ele e levara seu nome para uma fogueira santa em Israel. Já assumira compromisso. Outro disse que não gostava de árabes nem de africanos. Por que contribuir para evangelizá-los? Um terceiro não quis receber os anjos e disse à secretária: “Dízimo é coisa da Lei e é uma exploração dos pastores insistirem nisso, e agora vêm esses camaradas dizendo que são anjos e que devo investir em missões! Meu dinheirinho é sagrado! É meu! Cada pirado!”.

Desolados, os anjos voltaram para dar relatório a Deus. Mas este, que sonda as mentes e os corações, já sabia de tudo, mesmo com Pinnock e outros dizendo que não. Agradeceu aos anjos pelo esforço, e disse: “Tudo bem. Isto apenas prova que o tempo deles passou. Eles perderam o rumo”. Mestre em escolher coisas pequenas e sem valor, Deus decidiu usar um pequeno grupo, piedoso, que não recebia muita atenção dos luminares denominacionais e eclesiásticos, e que os intelectuais evangélicos ironizavam. Ele disse: “Usarei este povo”.

Aquela denominação perdeu sua grande oportunidade. O avivamento floresce em outros segmentos, ela olha para si mesmo, seus pastores continuam pensando em megas-igrejas e hiper-ministérios, não apóiam os outros nem investem na evangelização mundial. Deus vai usando outras pessoas. Quando o fim vier, ele acertará as contas.

Fonte: Site - Isaltino Gomes