segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Sem comentários...

Misericórdia!! Não tenho nem palavras!
Vejam isso:

Vale tudo para ganhar almas?

Por Mauricio Zágari (*)

Existe um equivoco muito comum entre os cristãos: a ideia de que a coisa mais importante do universo para Deus é ganhar almas. Isso se baseia na leitura de Marcos 16, onde, antes de subir ao Céu, Jesus proclama a chamada Grande Comissão, também conhecida como o "ide" de Jesus: "E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura". Com base nesse versículo isolado, uma gigantesca e desinformada parcela da igreja acredita que sua maior missão é ganhar almas, o que acaba gerando um pensamento distorcido: se essa é a grande meta, vale tudo para alcançá-la! Assim, acreditam muitos que qualquer meio é valido para esse fim e o que ouço todos os dias é "ah, mas se pelo menos uma alma foi ganha valeu a pena" ou "o importante é que a semente foi plantada".

Só que todo esse pensamento está errado.

Escandalizado por eu ter dito isso? Não tem problema, vamos deixar de lado a clichezada gospel e vamos à Bíblia. Primeiro: o "ide" não é sobre "ganhar almas". Pois as pessoas leem Marcos 16 mas passam por cima de Mateus 28 (que apresenta a Grande Comissão completa) como quem passa por cima de um bueiro na rua. Diz o texto: "Ide portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado" Ou seja: o "ide" não é sobre "ganhar almas", é sobre FAZER DISCÍPULOS E ENSINAR-LHES A OBEDIÊNCIA. O que não é nem de longe o que faz quem organiza, por exemplo, um festival de música gospel ou um grande evento de alguma igreja qualquer. Pois grandes eventos não discipulam nem uma mosca.

Essa constatação nos leva automaticamente a uma pergunta: o que é um discípulo? Respondo: um discípulo é alguém que não sabe nada sobre nada e que, pela convivência, pela instrução e pelo exemplo pessoal do discipulador vai crescendo dia após dia, se solidificando, amadurecendo, estudando, lendo e se fortalecendo - aprendendo a guardar tudo o que Jesus nos ordenou - até o dia em que ele estará tão maduro que viverá sua vida de fé tão enraizado na Rocha que será capaz de discipular novas pessoas.

Mas, no imaginário de milhares e milhares de cristãos equivocados, basta "aceitar Jesus". Não, Mateus 28 mostra que não basta. O "ide" de Cristo não é sobre arremessar ovelhas para dentro da igreja: é sobre cuidar delas, tosá-las, escová-las, catar suas pulgas, alimentá-las e muito mais. Para que se tornem obedientes. Mostre-me um cristão desobediente aos mandamentos de Cristo e te mostrarei alguém que foi mal discipulado.

Então, quando alguém diz "o importante é que a Palavra foi pregada e almas foram ganhas pra Jesus" eu suspiro profundamente. Na igreja em que me converti, em 1996 havia 6 mil membros. Os batismos periódicos eram (e, ao que consta, ainda são) sempre com cem pessoas ou mais. Hoje, 16 anos depois, a igreja tem... 6 mil membros. Estranho, não? A conta não fecha. Mas sabe por quê? Porque a ênfase está em "ganhar almas": foi à frente na hora do apelo, levantou a mão, recebeu oração, fez umas aulinhas sobre o básico da fé, foi batizado e... acabou. Não há um prosseguimento. Não há um envolvimento pessoal. Não há... discipulado. E sem discipulado a Grande Comissão não foi cumprida.

Segundo: quando digo que nem todo método ou evento é válido para evangelizar, canso de ouvir "ah, Zágari, não importa onde ou como foi pregada a Palavra. Filipenses 1.18 diz "Todavia, que importa? Uma vez que Cristo, de qualquer modo, está sendo pregado, quer por pretexto, quer por verdade, também com isto me regozijo, sim, sempre me regozijarei". Ou seja, o irmão lê essa passagem totalmente fora do contexto geral da Bíblia e passa a achar que toda e qualquer forma de proclamação é válida "se apenas uma alma foi ganha" ou "se a semente foi plantada" - é o que tenho ouvido repetidas e repetidas e repetidas vezes. Minha pergunta é: será?

Será que realmente não importa como e onde foi pregado o Evangelho, desde que "ao menos uma alma tenha sido ganha para Cristo?". Façamos o seguinte: em vez de só ficarmos repetindo frases feitas como vaquinhas de presépio, vamos pensar. Vamos nos distanciar dos clichês gospel e refletir. Pois esse argumento me dá base, por exemplo, para abrir uma boate de striptease gospel. Entre um show de sexo ao vivo e outro vem um pregador e dá uma palavra evangelistica. Escandalizou-se com a ideia? Ué, mas... e se um alma for ganha? Não valeu a pena?

"Ah, Zágari, não é bem assim". Hmmm...então já começamos a pensar. Vamos adiante: poderíamos inaugurar um prostíbulo gospel, onde cada prostituta pregaria o arrependimento após atender cada cliente, proclamaria as boas-novas de salvação e lhe daria uma Bíblia de presente. Parece uma ideia esdrúxula? Não só parece: é. Só que ela se encaixa perfeitamente na ideia de que "se pelo menos uma alma for salva...".

Ou podemos críar um campeonato de Ultimate Fighting gospel. Entre um espancamento, um murro e um chute na cara, um pregador entra na arena e dá uma palavra evangelística Vai que uma alma é ganha! E daí que aquilo é violência pura? Não é um bom meio de atrair gente que gosta de sangue e violência? Ou então abrimos uma tenda de cartomantes gospel. Chamamos uma médium e entre uma sessão e outra de leitura de tarô um pastor senta à mesa e prega o Evangelho ao cliente. Vai que um dia alguém se converte?

Em qualquer um desses casos almas podem "ser ganhas" e a "semente plantada". A pergunta é: vale mesmo a pena?

Outra coisa: sempre que alguém chega exultante até mim dizendo "Fulano aceitou Jesus!"eu digo "traga ela aqui dentro de 20 anos e veremos se aceitou mesmo". Pois ela pode ter se empolgado em um show gospel (nos velhos tempos eu mesmo me empolguei vendo muitos shows, pulei, suei e me emocionei vendo Roger Waters, Rolling Stones, Guns and Roses, Yes e até no sambódromo... mas depois chegava em casa e toda aquela empolgação passava), se emocionado num culto ou ficado apavorada numa cruzada porque disseram que ia pro inferno e foi à frente na hora do apelo. Aceitou Jesus? Coisíssima nenhuma. Essa pessoa foi apenas movida por empolgação, emoção ou medo. Novo nascimento? Veremos...

Minhas perguntas são: "Está sendo bem discipulada? Está sendo instruída? Está aprendendo a resistir às tentações do mundo?". Então eu exulto não com mil e uma pessoas que se emocionaram num ambiente religioso e que em pouco tempo estarão de volta no mundo, mas sim com cristãos que têm anos de estrada e demonstram o fruto do Espirito, que vivem para a glória de Deus.

E aqui está o terceiro ponto: a grande missão da Igreja biblicamente não é ganhar almas, isso é apenas uma de suas muitas tarefas. Repare que as Escrituras não dizem em lugar nenhum que Jesus no ultimo dia chegará e perguntará "quantas almas você ganhou? O que a Bíblia diz que Ele falará é: "Vinde, benditos de meu Pai! Entrai na posse do reino que vos
está preparado desde a fundação do mundo. Porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me hospedastes; estava nu, e me vestistes; enfermo, e me visitastes; preso, e fostes ver-me". Ou seja. Jesus vai falar mais sobre o amor ao próximo do que sobre evangelismo. Surpreendente para muitos, não? Mas me diga você: não é o que a Bíblia diz?

"Deixa de inventar moda, Zágari, se ganhar almas não é a grande razão de ser da Igreja, qual é?", você poderia perguntar. Bem, um curso básico de Teologia responderia isso: a glória de Deus.

"Assim, quer vocês comam, bebam ou façam qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus." (1 Coríntios 10.31)

"Pois dele, por ele e para ele são todas as coisas. A ele seja a glória para sempre! Amém." (Romanos 11.36)

"Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo, assim como nos escolheu, nele, antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele; e em amor nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade, [repare agora o que diz o texto] para louvor da glória de sua graça, que ele nos concedeu gratuitamente no Amado" (Efésios 1)

No mesmo capítulo voltamos a ver que as pessoas são salvas para a glória de Deus: "Nele, digo, no qual fomos também feitos herança, predestinados segundo o propósito daquele que faz todas as coisas conforme o conselho da sua vontade, a fim de sermos para louvor da sua glória".

Deus não existe em função das almas. As almas é que são ganhas em função de Deus. Para ir ao Céu e lá se juntarem à grande multidão celestial que brada, como relata Apocalipse 19, "Aleluia! A salvação, e a glória, e o poder são do nosso Deus (...) Aleluia! Pois reina o Senhor, nosso Deus, o Todo-Poderoso. Alegremo-nos, exultemos e demos-lhe a glória".

Então, meu irmão, minha irmã, continue proclamando o Evangelho, evangelizando e "ganhando almas". Só nunca se esqueça de que isso não é sinônimo de "missão cumprida": é apenas o primeiro passo de uma longa jornada de discipulado e intimidade com Deus que redundará na magnífica glorificação final.

Vale tudo para ganhar uma alma? Vale levar pessoas a pecar em nome de "ganhar almas"? Vale se misturar com o mundo com esse fim? Jesus rejeitou todas as ofertas de Satanás no deserto. Termino com uma reflexão: será que o Todo-Poderoso Espírito Santo precisa que adotemos a mentalidade do "vale tudo" para "salvar pelo menos uma alma" ou será que Ele tem poder suficiente para resgatar uma alma do inferno sem que precisemos prostituir nossos princípios?

Para fazer o que Ele quer Deus depende de Deus ou Deus depende de eventos, festivais, shows, programas de TV e outras megaproduções? Tudo de que ele precisa, meu querido, é de "lábios que confessem o seu nome". O resto é clichezada gospel.

Paz a todos vocês que estão em Cristo.

(*) Fonte: Blog de Maurício Zágari

sábado, 29 de outubro de 2011

Tese sobre a história dos Batistas no Brasil

Uma monografia interessante e que versa sobre a história dos batistas no Brasil.
Confira no documento abaixo, que foi baixado da internet

https://skydrive.live.com/?cid=24712608510e0e48&sc=documents&uc=1&id=24712608510E0E48%21127#

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Revelação!! A terra é quadrada!!

Não acreditam?
Mas é a própria Bíblia que diz isso, segundo o pastor Carlos, lá de Goianésia (GO).
Confere no vídeo abaixo:



Fonte: Recebi por email

Comentário meu: E olha que aí nem é falta de conhecimento bíblico não, é falta de conhecimentos gerais mesmo!!

terça-feira, 12 de julho de 2011

Por que as igrejas batistas brasileiras estão deixando de ser batistas?

Por Pr. Dinelcir de Souza Lima

Vivemos tempos de descaracterização das igrejas batistas brasileiras. Já não conseguimos mais ter uma identificação e não podemos dizer a uma pessoa que está sendo evangelizada para procurar uma igreja batista perto de sua casa porque lá estará aprendendo a Palavra de Deus e estará sendo orientada à prática de um cristianismo autêntico conforme os ensinamentos de Jesus e seus apóstolos. Poderemos estar incorrendo no erro de “empurrar” a pessoa a uma igreja que se diz batista, porém com práticas completamente distanciadas das doutrinas bíblicas.

Hoje vemos cultos “batistas” cheios de gritarias, de falação de línguas estranhas, de derramamento de litros e mais litros de “óleo ungido” sobre pessoas e coisas, de palavras declarativas de poder, de gestos com as mãos para recebimento de poder, de pregações de uma “Palavra de Deus” distorcida, adaptada aos gostos das massas pecadoras e agarradas ao pecado.
Dificilmente se ouvem mensagens de santificação conforme os ensinamentos do Senhor Jesus, ninguém quer pregar reconhecimento de pecado e arrependimento. Há uma intensa atividade para se atrair pessoas para “entrarem para a igreja” através de agrados sociais, atividades lúdicas, ou promessas de uma prosperidade financeira sem limites.

Igrejas “batistas” estão cheias de membros sem conversão. Igrejas “batistas” serão colocadas junto com seus pastores à esquerda do Senhor Jesus no último dia e, surpresos, os seus membros ouvirão o Senhor dizer: Nunca vos conheci, apartai-vos de mim vós que praticais a iniqüidade. Sim, porque o único lugar que restará para aqueles que “entraram” para a igreja sem se converterem será o inferno, o lugar preparado para o diabo e seus anjos.

Por que chegamos a este ponto?

Porque um dia demos lugar ao diabo e ele veio travestido da liberalidade teológica.
De repente nossos Seminários da CBB foram dominados por teólogos liberais que se dedicaram intensamente à disseminação da incredulidade quanto à Bíblia e, consequentemente, quanto ao Senhor Jesus, Deus Pai e Deus Espírito Santo. Não ficaram somente nos Seminários, formando pastores incrédulos, mas avançaram também em nossa Editora da CBB e passaram a difundir a teologia liberal entre os membros das igrejas batistas.

A década de 1980 foi decisiva para isto. Na década de 1990 tudo já estava definido. Nos Seminários já não existiam mais lugares para professores conservadores, crédulos na Palavra de Deus escrita, que eram zombados e alcunhados de fundamentalistas.

Hoje, certamente, os Seminários não contam mais com as bênçãos de Deus. Como poderia Ele abençoar instituições que ensinam que a Bíblia não é a Palavra dEle? Como poderia abençoar instituições que procuram destruir as Escrituras, fruto da Inspiração do Espírito Santo e da dedicação de tantos servos fiéis do passado? Por isto os Seminários buscam se firmarem no marketing, no secularismo, na sociologia, psicologia, pedagogia e outras ciências humanas mutáveis, passageiras e frágeis.
E o que a Teologia Liberal ensina principalmente? Quais são os pressupostos básicos que são ensinados aos batistas hoje?

1. A Bíblia não é a Palavra de Deus. Apenas contém. Cabe ao homem examinar e descobrir o que é ou não é Palavra de Deus (o homem se torna juiz, estabelecendo o que deve considerar ou não conforme os seus interesses pessoais). A Bíblia foi relativizada.

2. A Bíblia contém ensinos ultrapassados e tendenciosos a costumes sociais dos tempos e lugares de cada autor. Os textos precisam ser contextualizados. O que era pecado no passado não é pecado atualmente. O que é pecado em uma cultura não é pecado em outra cultura. A Bíblia continuou sendo relativizada.

3. Nem tudo que está na Bíblia é verdadeiro. Algumas histórias são fruto de crendices populares, ou fruto da imaginação de escritores, outras historietas inventadas (mentiras) somente a título de ilustração. Naamã não teria sido curado da lepra, o Mar Vermelho não teria sido aberto por milagre de Deus, as águas no Egito não se teriam transformado em sangue, o ferro do machado não teria flutuado, Jesus não teria nascido de virgem, não teria andado sobre o mar, não teria ressuscitado mortos e nem mesmo teria ressuscitado. As parábolas de Jesus são historietas inventadas apenas para algum tipo de aplicação moral. A Bíblia foi considerada um livro cheio de mentiras.

4. Não há o pecado original passado de Adão e Eva a toda a humanidade. Para os teólogos liberais o homem nasce sem pecado e, se permanecer sem pecado, pode ser salvo por nunca ter pecado. Foi inclusive a partir deste pensamento que surgiu nos EUA a Educação Religiosa, que visava ensinar as crianças a viverem sem pecar para poderem chegar à salvação.

5. Jesus não morreu pelos pecados do ser humano, mas somente porque os judeus o levaram à morte por causa toda uma conjuntura política. Crêem que se não há pecado original, não há morte vicária porque cada um tem que se esforçar para viver perfeitamente até alcançar a salvação.

6. Jesus foi apenas um modelo de vida moral perfeita para ser copiado por todos que querem ser salvos. Dedicam-se a ensinar o que Jesus ensinou a respeito do amor ao semelhante com a finalidade de que a sociedade atinja um padrão moral elevado. Crêem que outros líderes religiosos tais como Buda, Gandi, e outros, também foram padrões de moralidade elevados e que precisam ser copiados. Por isso crêem que existe salvação em outras sociedades sem a crença em Jesus Cristo como Salvador, sem arrependimento dos pecados, sem entrega de vida a Jesus.

7. Jesus não voltará para julgar a humanidade. O Apocalipse e os ensinamentos escatológicos de Jesus teriam sido para aquela época, de grandes maldades e devassidões. Crêem que a Igreja há de transformar o mundo (daí nossas Juntas se dedicarem tanto a temas sobre transformação do mundo e impactação de sociedades) e, quando Cristo voltar encontrará a terra transformada e em paz, vivendo um padrão moral perfeito. O mundo, então, não precisará ser destruído.

Tudo isto chegou ao Brasil através de missionários americanos, se enraizou em nossos Seminários e se espraiou por igrejas batistas brasileiras, fazendo com que nos tornássemos uma denominação de incrédulos quanto à Bíblia; de igrejas inoperantes na evangelização verdadeira de anunciação de reconhecimento de pecado, arrependimento e entrega de vida a Jesus; de igrejas e instituições completamente voltadas para a transformação social e dedicadas somente ao ensino moral; dedicadas aos shows para atrair e agradar aos que “entram” para a igreja.

E onde ficam tantas práticas místicas sem respaldo bíblico?

Nenhuma religião subsiste sem o aspecto espiritual. Não existe religião materialista. E como poderiam os pastores se manter em instituições completamente materialistas? As pessoas não satisfariam somente com ensinamentos morais e com ações sociais. Tirada a Bíblia, inspirada pelo Espírito Santo, fica um espaço espiritual completamente vazio. Assim as igrejas batistas estão se transformando em pequenos grupos de religiões animistas com xamãs, fetiches, rituais de purificação, tabus, evocação de espíritos, totens, etc.
A Teologia Liberal tirou a Bíblia, tirou a salvação pelo sangue de Jesus Cristo, e fez as igrejas batistas se transformarem em instituições religiosas semelhantes aos centros espíritas, ou ao catolicismo, cheias de boas obras, sem salvação, e cheias de misticismo que passa longe das Escrituras.

Fonte: Blog Batistas Tradicionais